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Estrangeiro no labirinto

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Sobre meu novo romance, Estrangeiro no labirinto

Diogo Guedes

Uma obra perigosa e misteriosa, repleta de vidas e teorias sobre si mesma.

Diogo Guedes, Jornal do Commercio

Hugo Viana

Wellington apresenta, neste seu primeiro romance, uma complexa estrutura que, ao mesmo tempo convida para um enredo sobre personagens à beira do abismo, cria um labirinto de histórias em volta do leitor.

Hugo Viana, Folha de Pernambuco

Fellipe Torres

A estética parece ser uma das obsessões na obra do escritor pernambucano Wellington de Melo. Ciente do poder das palavras quando bem colocadas, ele as escolhe como ingredientes de uma elaborada receita.

Fellipe Torres, Diario de Pernambuco

carrero

Wellington de Melo integra, a partir de agora, o grande time de reformuladores do romance brasileiro, que vai, digamos, de Oswald de Andrade a Guimarães Rosa, e de Guimarães Rosa a Osman Lins, com a ousadia de investir no arriscado campo da temporalidade da física quântica.

Raimundo Carrero, escritor

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O recurso do duplo é amplamente explorado por Melo, e, em muitos momentos, remete às diversas possibilidades de se ver uma só existência, algo tratado magistralmente pelo italiano Lui- gi Pirandello em Cem, nenhum e cem mil. A habilidade em lidar com esse jogo, arrisco dizer, deixa- ria Borges e Gógol orgulhosos do trabalho do autor.

Rodrigo Casarin, Jornal Rascunho



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