Os porralouquê?

Esse mundo vai aca­bar, não falta muito. Antes, você tinha ainda aquele cui­dado com as cri­an­ças, pro­te­gia, não dizia pala­vrão perto, coisa e tal. Hipo­cri­sia, uns vão dizer. Mais cedo ou mais tarde os pive­tes vão estar com a boca suja, por influên­cia ou não do meio externo. Ok, con­cordo. Só não pre­cisa apren­der essas coi­si­nhas no cinema. Não sei se ri ou se fiquei para­li­sado quando ouvi o nome do gran­di­oso lan­ça­mento em nos­sas salas: Os Por­ra­lou­qui­nhas (Bra­sil, 2007)!! Eu é que me per­gunto: que porra de nome é esse? Che­guei a pen­sar que não era pra cri­an­ças, mas é. Lembro-me não sei por que da Rê Bor­dosa, do Angeli: aquilo era o que eu conheci em minha ado­les­cên­cia como arqué­tipo da por­ra­lou­quice. O que os jumen­tos dos pro­du­to­res desse filme con­si­de­ram ser um “por­ra­louca”? Curi­oso. Em breve posto mais sobre a porralouquice.
  • Samilla Fon­seca

    Que poeta em?! Fez aquela poe­sia na hora? ;D

    Já ouvi falar desse filme. Tam­bém fiquei pas­sada com o nome! kkkkkkkkkkk