
É engraçado, mas quem não me conhece e leu o [desvirtual provisório], tem a impressão que eu sou avesso à tecnologia, que sou um Thiago de Melo urbano. Quem me conhece, sabe que não é assim, muito pelo contrário: eu exploro bastante os recursos tecnológicos para conseguir fazer minhas coisas.
Achei interessante quando me encontrei no último Nós Pós com o Delmo Montenegro, que queria me conhecer. Na conversa ele disse que tinha ouvido falar sobre o que fazia, da minha relação com esse lance de internet e tal. Essa imagem que vão construindo de você e que você não controla é que é massa. Há uma dupla face minha por aí: a do “inimigo” da m@quina e a do escritor que utiliza a internet e explora essa virtualidade. Contraditório, né? A vida é contraditória.
Mudando de assunto (ou não), devem ter visto que dei uma repaginada no site. Estou aprendendo na marra algumas coisas de programação em PHP porque mudei de servidor e o profissional que monta a base do site para mim estava incomunicável. Ainda tenho dificuldade em montar o esqueleto da coisa (banco de dados, por exemplo), mas ando mexendo nos códigos e mudando o site da maneira que quero. Engraçado que na página inicial do WordPress (plataforma que uso aqui) eles colocam no rodapé: Code is poetry. Tá vendo só? Não tenho que ter medo da m@quina. Só dominá-la para que ela não me domine.

