Nunca mais tive tempo de postar assim, sem compromisso. Voltando à atividade.
Lindo o lançamento de Cida, das Filhas de Lilith, seu novo livro. Ela, de branco, linda também. Apresentação do Vozes Femininas — sensuais como nunca, lendo poemas do livro de Cida. Biagio participou com mais uma de suas performances desconcertantes — pepino inesquecível. Peso da responsabilidade na apresentação do Urros no Sarapatel.
Fiquei com aquela inveja boa — isso existe — ao ver tanta gente no lançamento. Aquela inveja do tipo “quando crescer quero isso”. Mas não era de se esperar menos: Cida construiu sua história com coerência e isso é o que cativa as pessoas, creio. Achei legal as “personalidades” gravando depoimentos sobre o livro, sobre Cida. Se você tem dinheiro pra pagar a filmagem, é um registro impagável, ouvir aquilo depois do lançamento.
Fomos eu, Artur Rogério e Bruno Piffardini levar convites do Sarapateliterário para algumas pessoas que estavam lá. Algumas não conseguimos encontrar na correria do lançamento. A fila para assinar o livro estava enorme. Não comprei porque não queria dar comissão à livraria. Acho um absurdo que as livrarias cobrem entre 40 e 50% pelo aluguel de uma prateleira, pois é disso que se trata aqui. Acho melhor comprar diretamente do autor, e é o que vou fazer com o de Cida, comprando dela durante o sarapatel, pra semana.
Bons encontros: Delmo Montenegro, que anda com umas ideias estranhas sobre internet que nunca revela, mas que quer que eu compatue; Cristhiano Aguiar, que agora é oficialmente contratado da Prefeitura para cuidar de umas “cositas” associadas a literatura; Lucila Nogueira, sempre exótica; Malungo, sempre ativo fazendo seu movimento. Vi também Lenilde Freitas, Miró, Homero Fonseca, Marcus Accioly, Samuca, Valmir Jordão, Gerusa Leal, Lúcia Moura, Fernando Chile, Jorge Filó, Jomard Muniz de Britto, Artur Ataíde, Lúcia Alcântara, Cloves Marques, Luciana Santos, Heloísa Arcoverde, Samarone Lima e outros de quem não lembro.

