o peso do medo 30 poemas em fúria

As coisas, o medo e depois

Nada que con­si­de­ra­mos antigo está real­mente morto, desde que resida em memó­ria ou lugar algum, por mais sub­merso. Como na lição de Eliot, a tra­di­ção não remete a algo que ficou para trás, mas a um pas­sado que se faz pre­sente. E, como a crí­tica é rica em decre­tar fal­sos óbitos, como saber qual das coi­sas velhas real­mente se mos­tra inca­paz de retor­nar ao …

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Entrevista no jornal Gazeta Nossa

Con­ce­dida a Cás­sio Caval­cante, em dezem­bro de 2010.