Foi preciso muita falta de vergonha na cara para que eu decidisse publicar este post. Coloco aqui, pela primeira vez, minha incursão pela música, quando tinha uma banda, a Serialnumber (talvez o primeiro momento em que comecei a refletir sobre o conceito da m@quina que desenvolvo em [desvirtual provisório].

A música foi uma das últimas que fizemos, já depois da saída da vocalista, a querida Jay. Coloco as duas únicas versões que gravamos, talvez a terceira ou quarta vez em que tocamos. Me arrisco nos vocais porque não havia jeito – a versão primeira, que está acima, foi gravada em total embromation. Fica a lembrança e a vergonha. Arrependimento: nunca.

OUTRAS

Abaixo, outra versão de Private Cosmos.

Private Cosmos, versão 2. Gosto do riff do começo desta. A energia da primeira supera esta versão. Ouça aqui.

Post Scriptum: Achei a versão de outra música, Sandman, que foi a penúltima que gravamos. Lembro que tinha lido na época a graphic novel de Neil Gaiman e a música tenta capturar aquele clima. Os vocais são de Ênio, o guitarrista. Minha mulher acha essa música ‘sinistra’. Meu cachorro sai de perto quando começo a tocar. Deve ser um bom crítico musical. De qualquer forma, acho que essa música sintetiza o estilo que inventamos: dark noise. Ouça aqui.

Respostas de 6

  1. Wellington, Sou novato neste negócio de Facebook. Como faço para ouvir a música? Posso adiantar que gostei do visual da banda. Abs. Alexandre

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