{"id":18164,"date":"2019-07-07T13:01:30","date_gmt":"2019-07-07T16:01:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/?p=18164"},"modified":"2024-01-06T14:52:39","modified_gmt":"2024-01-06T17:52:39","slug":"a-subalternidade-agradecida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/","title":{"rendered":"Subalternidade agradecida"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row css_animation=&#8221;&#8221; row_type=&#8221;row&#8221; use_row_as_full_screen_section=&#8221;no&#8221; type=&#8221;full_width&#8221; angled_section=&#8221;no&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; background_image_as_pattern=&#8221;without_pattern&#8221;][vc_column][vc_column_text]<\/p>\r\n<p>O presidente de um pa\u00eds <a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/brasil\/em-live-bolsonaro-afirma-que-trabalho-nao-atrapalha-criancas\/\">defende o trabalho infantil.<\/a> Relativiza um drama mundial, afirmando que as crian\u00e7as n\u00e3o s\u00e3o prejudicadas por isso. <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia\/politica\/2019\/07\/05\/interna_politica,768510\/irmao-de-bolsonaro-ja-disse-meu-pai-nunca-deixou-um-filho-trabalhar.shtml\">Mente que ele mesmo trabalhava na ro\u00e7a<\/a>, e afirma que s\u00f3 n\u00e3o defende a descriminaliza\u00e7\u00e3o para n\u00e3o ser trucidado em sua popularidade. O mais terr\u00edvel \u00e9 perceber que h\u00e1 multid\u00f5es que apoiam essas afirma\u00e7\u00f5es. Mais: que mesmo pessoas de origem humilde reproduzem esse discurso, como se come\u00e7ar a trabalhar na inf\u00e2ncia fosse algo dignificante.<\/p>\r\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Decidi escrever um breve artigo, mais testemunho, porque urgente, mas tamb\u00e9m porque o tema me toca. \u00c9 um artigo em que ajusto as contas com meu passado, sobre como demorei a assimilar que o trabalho infantil fez parte de minha viv\u00eancia. \u00c9 uma tentativa de entender o que chamo de &#8220;subalternidade agradecida&#8221;, um fen\u00f4meno que para mim \u00e9 um dos componentes que leva \u00e0s classes economicamente prejudicadas acatarem e defenderem o discurso de ver crian\u00e7as trabalhando.<\/p>\r\n<p>Ser\u00e1 um artigo duro e devo incomodar algumas pessoas pr\u00f3ximas, mas o momento o faz necess\u00e1rio. Poder\u00e1 parecer autoindulgente, mas \u00e9 ao contr\u00e1rio. Tenho plena consci\u00eancia dos privil\u00e9gios que tive, que minha experi\u00eancia em uma empresa familiar n\u00e3o se compara nem a um mil\u00e9simo do que a maioria que trabalhou antes da idade devida passa no pa\u00eds. Mas, diferente do que pessoas nessa condi\u00e7\u00e3o afirmam, ponho-me totalmente contr\u00e1rio ao trabalho infantil, e me explico.<\/p>\r\n<h3>UMA EMPRESA FAMILIAR<\/h3>\r\n<p>Comecei a trabalhar aos 13 anos na loja de uma tia. Minha &#8220;carreira&#8221; no com\u00e9rcio foi curta, cerca de 5 anos, mas passei por todas as fun\u00e7\u00f5es poss\u00edveis numa empresa familiar, em que os parentes mais pr\u00f3ximos invariavelmente ficam nos cargos de chefia. Eu lavava os banheiros, varria o ch\u00e3o, organizava a loja no come\u00e7o e no fim do expediente. Depois, passei a trabalhar como estoquista, repondo as se\u00e7\u00f5es, subindo e descendo caixas, recebendo os carregamentos. O \u00faltimo cargo que desempenhei foi na contabilidade, auxiliando no fechamento, faturamento etc.<\/p>\r\n<p>Eu sempre nutri um sentimento de gratid\u00e3o, alimentado pelos meus pais, pela oportunidade que tive. Muitos anos se passaram at\u00e9 compreender que aquilo era errado. Hoje, interpreto essa gratid\u00e3o como reflexo desse sentimento que as classes subalternas nutrem para com as elites, algo entre a admira\u00e7\u00e3o e a inveja, a submiss\u00e3o e a idolatria. Isso que estou chamando de &#8220;subalternidade agradecida&#8221;.<\/p>\r\n<p>Meus primos ocupavam os cargos de ger\u00eancia. Havia outros primos, filhos de outra tia, que, a seu tempo, tamb\u00e9m tinham sido embaladores, serventes, frentes de loja. Nunca chegaram \u00e0 ger\u00eancia. Soube de uma que tinha sido vendedora, mas depois saiu para ser aut\u00f4noma. Talvez eu tenha sido o que mais &#8220;ascendeu&#8221; na estrutura, dentro do poss\u00edvel para algu\u00e9m que n\u00e3o era do n\u00facleo familiar de primeiro grau.<\/p>\r\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1562515567981{padding-top: 16px !important;}&#8221;]<\/p>\r\n<h3>N\u00e3o \u00e9 um passa-tempo<\/h3>\r\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text]<\/p>\r\n<p>Apesar da estrutura de empresa familiar, os trabalhos dos primos n\u00e3o eram de brincadeira. N\u00e3o era algo tipo ser garoto de recados, anotar algumas coisas, ganhar experi\u00eancia. Era um trabalhador como qualquer outro, sujeito \u00e0s mesmas regras. Resumindo, n\u00e3o era um passa-tempo, um est\u00e1gio. Quando comecei, era &#8220;frente de loja&#8221;, aquela pessoa que fica olhando, de p\u00e9, o dia todo, quem entra e sai da loja, pra ver se algu\u00e9m estava roubando. Na abertura e no final do expediente, varria a loja, limpava os banheiros. Quando passei ao estoque, devia ter uns 14, 15, eu cuidava de tr\u00eas andares, subia caixas de perfume etc.<\/p>\r\n<p>Cheguei a trabalhar no escrit\u00f3rio, um trabalho que algu\u00e9m poderia classificar como &#8220;leve&#8221;, porque n\u00e3o precisaria carregar caixas ou lavar banheiros,\u00a0 mas que envolvia muita responsabilidade para algu\u00e9m que estava na adolesc\u00eancia. Penso se um convite desses partiria de um frente de loja que n\u00e3o fosse parente. Pouco prov\u00e1vel, mas, se n\u00e3o demonstrasse aptid\u00e3o, talvez n\u00e3o tivesse passado da frente de loja ou da embalagem, como os outros primos.<\/p>\r\n<p>Quando eu dizia que comecei a trabalhar com 13, me falavam que a lei n\u00e3o permitia, que eu estava confundindo, porque s\u00f3 era permitido a partir dos 16, como aprendiz. Mas eu olho minha carteira e est\u00e1 l\u00e1. 1989 o ano de admiss\u00e3o. Era de carteira assinada. Trabalhar de carteira assinada tinha um simbolismo para a cultura prolet\u00e1ria do final dos anos 1980. Pelo menos para meu pai. Acredito que era algo a se orgulhar, mais que o sucesso escolar ou a pura felicidade.<\/p>\r\n<p><!-- \/wp:post-content -->[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1562526449475{padding-top: 16px !important;}&#8221;]<\/p>\r\n<h3>O pre\u00e7o da decis\u00e3o<\/h3>\r\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text]<\/p>\r\n<p>Estava no primeiro ano do ensino m\u00e9dio: lembro que pensei em desistir. Eu chegava muito cansado e era um esfor\u00e7o ir \u00e0quela escola, Marechal Eurico Gaspar Dutra, onde estudava desde a quarta s\u00e9rie. No ensino m\u00e9dio tinha um professor de portugu\u00eas que me perseguia. Eu cheguei tarde para uma prova e ele n\u00e3o me deixou faz\u00ea-la. Expliquei que trabalhava e ele nem a\u00ed. Eu prometi a mim que faria segunda chamada e tiraria 10. Acho que tirei 9, e lembro que ele for\u00e7ou a barra. Mas percebi que n\u00e3o podia desistir, que minha \u00fanica chance era estudar.<\/p>\r\n<p>Eu j\u00e1 contratara um professor de matem\u00e1tica particular no ano anterior porque na oitava s\u00e9rie eu n\u00e3o tive professor. Foi com o dinheiro que ganhava no trabalho que pagava. Mas isso estava certo? Deixar a decis\u00e3o do futuro de uma crian\u00e7a nas m\u00e3os dela? Quantas crian\u00e7as tomariam essa decis\u00e3o de tirar parte do dinheiro do sal\u00e1rio pra pagar refor\u00e7o escolar? O mais normal \u00e9 a evas\u00e3o, a desist\u00eancia do mundo sem sentido da escola para o mundo dos ganhos do trabalho, do consumo.<\/p>\r\n<h3>Reconstru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria<\/h3>\r\n<p>Quando decidi sair da loja para dar aulas de espanhol, tinha 18 anos. Fiz as contas: ganharia 1\/3 do que ganhava no com\u00e9rcio como auxiliar de escrit\u00f3rio. Disse a meu pai, que n\u00e3o gostou. Mas eu sabia que n\u00e3o poderia ficar naquilo a vida toda. Tinha acabado o ensino m\u00e9dio e decidira n\u00e3o fazer vestibular de cara. Ent\u00e3o, comecei a estudar espanhol e desenvolvi rapidamente, da\u00ed o convite para dar aula.<\/p>\r\n<p>Eu comecei a dar aula num curso de bairro, depois fui contratado pela Fisk. De l\u00e1, chamaram-me para dar aulas em escolas particulares. Ent\u00e3o, eu j\u00e1 tinha entrado e desistido do curso de Turismo, cursava Letras na Universidade Federal de Pernambuco. Meu curso foi err\u00e1tico, muito por ter que continuar trabalhando no meio do caminho.<\/p>\r\n<p>Numa conversa, h\u00e1 uns 15 anos, meu pai lembrava minha sa\u00edda do com\u00e9rcio. Ele elaborou a mem\u00f3ria de outra forma, como se tivesse me apoiado na decis\u00e3o. mas fiz quest\u00e3o de lembrar a ele que, se dependesse dele, eu ainda trabalharia em lojas do bairro de S\u00e3o Jos\u00e9. Ele ficou cabisbaixo, n\u00e3o sei se lamentando ou discordando se a mem\u00f3ria foi aquela mesma.<\/p>\r\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1562527369764{padding-top: 16px !important;}&#8221;]<\/p>\r\n<h3>O avesso da ingratid\u00e3o<\/h3>\r\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text]<\/p>\r\n<p>Mas nada disso me faz esquecer: eu comecei a trabalhar aos 13 lavando banheiros, eu pensei em desistir dos estudos aos 14, 15, eu tive que subverter a l\u00f3gica da subalternidade para sair de onde estava. Sobre isso, tem uma hist\u00f3ria interessante: almo\u00e7ava no Sesc e sempre passava na biblioteca para pegar um livro. Tinha uma hora de almo\u00e7o, mas o prazer da leitura n\u00e3o era saciado.<\/p>\r\n<p>Eu lia sobre as caixas de shampoo do terceiro andar, em sil\u00eancio, mas ao final da hora do almo\u00e7o, descia ia a meu posto, diante da loja, e colocava o companheiros (Kafka, M\u00e1rquez, Dostoi\u00e9vski etc.) sobre uma caixa de perfumes. Dava para continuar lendo o resto da tarde. Devem ter roubado muito a loja enquanto eu pegava de volta o tempo que roubavam de minha juventude.<\/p>\r\n<p>\u00c9 duro dizer, talvez nunca tenha assumido diretamente, mas hoje entendo que estava envolto numa l\u00f3gica de trabalho infantil, que n\u00e3o era por maldade, era uma mentalidade aceita, valorizada, como agora querem voltar a valorizar. Amo minha tia: ela pagou um curso de anima\u00e7\u00e3o que fiz em 1990. Adorava artes e acho que nos encontramos muito nesse gosto pela pintura. Chegamos a participar de uma coletiva juntos. Isso, no entanto, n\u00e3o me deve desviar do racioc\u00ednio: a l\u00f3gica em que est\u00e1vamos inseridos perpetuava, na maioria das vezes, e eu fui exce\u00e7\u00e3o, as estruturas de subalternidade.<\/p>\r\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1562515580380{padding-top: 16px !important;}&#8221;]<\/p>\r\n<h3>O ciclo da subalternidade<\/h3>\r\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text]<\/p>\r\n<p>Quando leio quem defende que o trabalho pra crian\u00e7a n\u00e3o faz mal, ou\u00e7o essas vozes do passado, que hoje elaboro. Imagino que essas pessoas, se de classes inferiores, apenas reproduzem a gratid\u00e3o do subalterno de que falei antes. Quando s\u00e3o pessoas de elites econ\u00f4micas, refor\u00e7am a l\u00f3gica da submiss\u00e3o. H\u00e1 certa canalhice nisso, e me sinto triste ao saber que muitas pessoas de meu c\u00edrculo familiar provavelmente defender\u00e3o que uma crian\u00e7a trabalhe. Aceitar\u00e3o, sem perceber, a perpetua\u00e7\u00e3o dessa cadeia.<\/p>\r\n<p>N\u00e3o deixa de ser curioso quando lembro da hist\u00f3ria de minha m\u00e3e. Ela veio de Vit\u00f3ria de Santo Ant\u00e3o para ser bab\u00e1 de uma fam\u00edlia rica da zona norte do Recife. Devem ter peguntado a algu\u00e9m: &#8220;Conhece alguma menina do interior para ficar aqui cuidando das crian\u00e7as?&#8221; Quem ter\u00e1 mediado a vinda de minha m\u00e3e para o casar\u00e3o? Minha m\u00e3e tinha 13 anos. Veja a coincid\u00eancia: 13 anos, como a idade que eu tinha quando comecei na loja. O ciclo se repetia comigo. Minha m\u00e3e n\u00e3o era da fam\u00edlia, &#8220;mas era como se fosse&#8221;. Minha m\u00e3e s\u00f3 sairia de l\u00e1 aos 30, para casar meu pai.<\/p>\r\n<p>At\u00e9 hoje percebo que ela tem gratid\u00e3o por essa fam\u00edlia que explorou o trabalho infantil dela, que roubou dela a inf\u00e2ncia, para cuidar dos filhos deles, &#8220;criados a leite condensado&#8221;, algo comum no Recife a\u00e7ucareiro dos anos 1950. A gratid\u00e3o do subalterno. Eu ainda luto para romper esse complexo, para poder chegar a outro lugar. Isso se reflete como minha rela\u00e7\u00e3o problem\u00e1tica com figuras de autoridade, que oscila entre o cinismo, a rebeldia ou o sil\u00eancio. Entendo cada vez mais que essa quest\u00e3o \u00e9 estrutural de nossa sociedade e reverbera em nossas rela\u00e7\u00f5es pessoais.<\/p>\r\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1562515624476{padding-top: 16px !important;}&#8221;]<\/p>\r\n<h3>A busca da beleza<\/h3>\r\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text]<\/p>\r\n<p>Por isso, combater o trabalho infantil \u00e9 tentar quebrar essa l\u00f3gica da subalternidade, nesse caso, em diferentes n\u00edveis: n\u00e3o apenas das classes sociais, mas do adulto frente \u00e0 crian\u00e7a. N\u00e3o existe maior ato de crueldade que machucar um inocente. O trabalho infantil machuca profundamente, deixa marcas na alma e na personalidade do futuro adulto, que passa a ter uma rela\u00e7\u00e3o distorcida com o trabalho e com os outros.<\/p>\r\n<p>Meu filho acordou agora, quando finalizo este texto, e vou ficar com ele nessa manh\u00e3 de domingo. Ele n\u00e3o ser\u00e1 submetido ao que fui, dever\u00e1 aproveitar sua inf\u00e2ncia, ser encaminhado para a justi\u00e7a, para a beleza; compreendendo que somos iguais e que seu trabalho deve ser valorizado, que n\u00e3o deve aceitar a explora\u00e7\u00e3o, sabendo que seu m\u00e9rito se baseia em alguns privil\u00e9gios, que deve lutar para que todos tenham as mesmas oportunidades.<\/p>\r\n<p>Talvez por n\u00e3o perceber a beleza da liberdade das crian\u00e7a \u00e9 que estamos rodeados dessas pessoas cheias de \u00f3dio, que querem que nos submetamos a suas ideias, que n\u00e3o aceitam o outro. H\u00e1 muito a fazer. Semear o futuro \u00e9 uma tarefa di\u00e1ria. A busca da beleza \u00e9 um dever do qual n\u00e3o podemos fugir.<\/p>\r\n<p>[\/vc_column_text][vc_empty_space][action full_width=&#8221;yes&#8221; content_in_grid=&#8221;no&#8221; type=&#8221;normal&#8221; text_font_weight=&#8221;&#8221; show_button=&#8221;yes&#8221; background_image=&#8221;18243&#8243; button_text=&#8221;Visite a loja.&#8221; button_link=&#8221;https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/livraria\/&#8221;]Adquira meus livros<br \/>e receba em casa.[\/action][\/vc_column][\/vc_row]<\/p><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um breve artigo-testemunho sobre a dif\u00edcil compreens\u00e3o da cultura do trabalho infantil como formador de nossa subalternidade.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":18169,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[563],"tags":[1309,197],"class_list":["post-18164","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ensaios-cronicas","tag-blog","tag-opiniao"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.8 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Subalternidade agradecida - Wellington de Melo | escritor<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Um breve artigo-testemunho sobre a dif\u00edcil compreens\u00e3o da cultura do trabalho infantil como formador de nossa subalternidade.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:title\" content=\"Subalternidade agradecida - Wellington de Melo | escritor\" \/>\n<meta name=\"twitter:description\" content=\"Um breve artigo-testemunho sobre a dif\u00edcil compreens\u00e3o da cultura do trabalho infantil como formador de nossa subalternidade.\" \/>\n<meta name=\"twitter:image\" content=\"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/trabalho-infantil-subalternidade.jpg\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@wjdemelo\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@wjdemelo\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Wellington de Melo\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Wellington de Melo\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/cf9f788f3ed8fb6ef9ea22f716e67471\"},\"headline\":\"Subalternidade agradecida\",\"datePublished\":\"2019-07-07T16:01:30+00:00\",\"dateModified\":\"2024-01-06T17:52:39+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/\"},\"wordCount\":2122,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/07\\\/trabalho-infantil-subalternidade.jpg\",\"keywords\":[\"blog\",\"opini\u00e3o\"],\"articleSection\":[\"Cr\u00f4nica\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/\",\"name\":\"Subalternidade agradecida - Wellington de Melo | escritor\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/07\\\/trabalho-infantil-subalternidade.jpg\",\"datePublished\":\"2019-07-07T16:01:30+00:00\",\"dateModified\":\"2024-01-06T17:52:39+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/cf9f788f3ed8fb6ef9ea22f716e67471\"},\"description\":\"Um breve artigo-testemunho sobre a dif\u00edcil compreens\u00e3o da cultura do trabalho infantil como formador de nossa subalternidade.\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/07\\\/trabalho-infantil-subalternidade.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/07\\\/trabalho-infantil-subalternidade.jpg\",\"width\":750,\"height\":201},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/2019\\\/07\\\/07\\\/a-subalternidade-agradecida\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Subalternidade agradecida\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Wellington de Melo | escritor\",\"description\":\"P\u00e1gina do escritor Wellington de Melo\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/cf9f788f3ed8fb6ef9ea22f716e67471\",\"name\":\"Wellington de Melo\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/fe4cb3a22a316d71dadda2057eae795ac8ce6b29df72d6be93bafa489b33f5d7?s=96&d=retro&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/fe4cb3a22a316d71dadda2057eae795ac8ce6b29df72d6be93bafa489b33f5d7?s=96&d=retro&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/fe4cb3a22a316d71dadda2057eae795ac8ce6b29df72d6be93bafa489b33f5d7?s=96&d=retro&r=g\",\"caption\":\"Wellington de Melo\"},\"description\":\"Escritor e editor, autor dos romances Estrangeiro no labirinto (Semi-finalista do Pr\u00eamio Portugal Telecom) e Felicidade.\",\"sameAs\":[\"http:\\\/\\\/www.wellingtondemelo.com.br\"]}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Subalternidade agradecida - Wellington de Melo | escritor","description":"Um breve artigo-testemunho sobre a dif\u00edcil compreens\u00e3o da cultura do trabalho infantil como formador de nossa subalternidade.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/","twitter_card":"summary_large_image","twitter_title":"Subalternidade agradecida - Wellington de Melo | escritor","twitter_description":"Um breve artigo-testemunho sobre a dif\u00edcil compreens\u00e3o da cultura do trabalho infantil como formador de nossa subalternidade.","twitter_image":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/trabalho-infantil-subalternidade.jpg","twitter_creator":"@wjdemelo","twitter_site":"@wjdemelo","twitter_misc":{"Escrito por":"Wellington de Melo","Est. tempo de leitura":"11 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/"},"author":{"name":"Wellington de Melo","@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/#\/schema\/person\/cf9f788f3ed8fb6ef9ea22f716e67471"},"headline":"Subalternidade agradecida","datePublished":"2019-07-07T16:01:30+00:00","dateModified":"2024-01-06T17:52:39+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/"},"wordCount":2122,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/trabalho-infantil-subalternidade.jpg","keywords":["blog","opini\u00e3o"],"articleSection":["Cr\u00f4nica"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/","url":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/","name":"Subalternidade agradecida - Wellington de Melo | escritor","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/trabalho-infantil-subalternidade.jpg","datePublished":"2019-07-07T16:01:30+00:00","dateModified":"2024-01-06T17:52:39+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/#\/schema\/person\/cf9f788f3ed8fb6ef9ea22f716e67471"},"description":"Um breve artigo-testemunho sobre a dif\u00edcil compreens\u00e3o da cultura do trabalho infantil como formador de nossa subalternidade.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/trabalho-infantil-subalternidade.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/trabalho-infantil-subalternidade.jpg","width":750,"height":201},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2019\/07\/07\/a-subalternidade-agradecida\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Subalternidade agradecida"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/","name":"Wellington de Melo | escritor","description":"P\u00e1gina do escritor Wellington de Melo","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/#\/schema\/person\/cf9f788f3ed8fb6ef9ea22f716e67471","name":"Wellington de Melo","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fe4cb3a22a316d71dadda2057eae795ac8ce6b29df72d6be93bafa489b33f5d7?s=96&d=retro&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fe4cb3a22a316d71dadda2057eae795ac8ce6b29df72d6be93bafa489b33f5d7?s=96&d=retro&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fe4cb3a22a316d71dadda2057eae795ac8ce6b29df72d6be93bafa489b33f5d7?s=96&d=retro&r=g","caption":"Wellington de Melo"},"description":"Escritor e editor, autor dos romances Estrangeiro no labirinto (Semi-finalista do Pr\u00eamio Portugal Telecom) e Felicidade.","sameAs":["http:\/\/www.wellingtondemelo.com.br"]}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18164","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18164"}],"version-history":[{"count":19,"href":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18164\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18596,"href":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18164\/revisions\/18596"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18169"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18164"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18164"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18164"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}