{"id":8734,"date":"2011-03-04T21:15:29","date_gmt":"2011-03-05T00:15:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/?p=8734"},"modified":"2011-03-05T15:16:43","modified_gmt":"2011-03-05T18:16:43","slug":"reconstruindo-o-peso-do-medo-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.wellingtondemelo.com.br\/site\/2011\/03\/04\/reconstruindo-o-peso-do-medo-2\/","title":{"rendered":"O peso do medo reconstru\u00eddo"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 algumas semanas eu lancei uma promo\u00e7\u00e3o no site para sortear um exemplar de <em>o pedo do medo 30 poemas em f\u00faria<\/em> entre pessoas que quisessem reescrever um dos poemas do livro, que tem por caracter\u00edstica formal o apagamento proposital das marcas de versos e pontua\u00e7\u00e3o dos textos.<\/p>\n<p>O poema que indiquei foi o primeiro do livro, <em>arte po\u00e9tica. <\/em>Quem ganhou o sorteio foi Thiago Pininga. Aqui, reproduzo as tr\u00eas vers\u00f5es enviadas. Al\u00e9m de Thiago, escreveram vers\u00f5es Artur Lins e Wagner Bezerra. Interessante ver como h\u00e1 certas marcas que se preservam em cada vers\u00e3o, como se, apesar do apagamento, o ritmo do poema se preservasse. O que eu queria provar com o livro era exatamente isso: queria provar minha cren\u00e7a no leitor, na sua capacidade de reconstruir cada poema que eu em v\u00e3o tentava &#8216;apagar&#8217;. Seguem os poemas.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Arte Po\u00e9tica<\/strong><br \/>\n<em><br \/>\nVers\u00e3o de Wagner Bezerra Pontes <\/em><\/p>\n<p>Morto ventre de livros or\u00f3boro. Prateleiras, sil\u00eancio, p\u00f3&#8230; esse livro n\u00e3o \u00e9 carne e sangue, \u00e9 mais uma m\u00e1scara que se arrasta. J\u00e1, nada h\u00e1 pra dizer? Nada! Esse livro mais medo, menos f\u00faria, mais fuga de terminar. Devorador de umbigos ou de seguir cinza, ou de ser um dos jovens s\u00e9rios de fernando monteiro, ou de ser ra\u00edz e tumba, ou de ser mais uma cria-espelho-neruda, ou de ser sensa\u00e7\u00e3o roda-de-samba da lapa odisseia. Criar manuais de escombros, ser diplom\u00e1tico an\u00eamico, diferente iconoclasta, moderninho ou ser s\u00f3 isso?! Odisseia, \u00f3 alcaguetes de plant\u00e3o! Oh, ser pop cult no caf\u00e9-cinema-de-arte! \u00d3, poetas p\u00f3s-rom\u00e2nticos! P\u00f3s-simbolistas! P\u00f3s-concretistas! P\u00f3s-modernos! Oh, n\u00e3o ser nada?! S\u00f3 uma palavra depois da outra. Uma depois da outra?! O poema ap\u00f3s a morte do verso. \u00d3, maquiadores de dor inventada! Como estrangular a \u00falcera dessas letras? Como multiplicar meu caos-retina? Como implodir meu corpo, rua vazia? Como incendiar em mim o gabinete? Como desmembrar a alma dos edif\u00edcios mortificados? Como violar a \u00famida mem\u00f3ria das crian\u00e7as, do caderno cidade? Como a\u00e7oitar a agonia das etnias vencidas? Como retirar o v\u00e9u de sil\u00eancio das bocas dos trens lotados? Como carbonizar a vontade adormecida das escrivaninhas? Se sou s\u00f3 isso, se isso \u00e9 s\u00f3 abismo, se isso \u00e9 s\u00f3 odisseia&#8230; derreter enfim o arquip\u00e9lago sodomizar as \u00faltimas esperan\u00e7as da plateia, enfeitar as vestes da noite com as v\u00edsceras de plat\u00e3o?!<\/p>\n<hr \/>\n<p><em>Vers\u00e3o de Artur Lins<\/em><\/p>\n<p>morto ventre de livros<\/p>\n<p>or\u00f3boro<\/p>\n<p>prateleiras<\/p>\n<p>sil\u00eancio<\/p>\n<p>p\u00f3<\/p>\n<p>esse livro n\u00e3o \u00e9 carne<\/p>\n<p>e sangue<\/p>\n<p>\u00e9 mais uma m\u00e1scara<\/p>\n<p>que se arrasta j\u00e1<\/p>\n<p>nada h\u00e1 pra dizer<\/p>\n<p>nada<\/p>\n<p>esse livro<\/p>\n<p>mais medo<\/p>\n<p>menos f\u00faria<\/p>\n<p>mais fuga de terminar<\/p>\n<p>devorador de umbigos<\/p>\n<p>ou de seguir cinza<\/p>\n<p>ou de ser um dos jovens s\u00e9rios de fernando monteiro<\/p>\n<p>ou de ser ra\u00edz e tumba<\/p>\n<p>ou de ser mais uma cria-espelho-neruda<\/p>\n<p>ou de ser sensa\u00e7\u00e3o roda-de-samba da lapa<\/p>\n<p>odisseia<\/p>\n<p>criar manuais de escombros<\/p>\n<p>ser diplom\u00e1tico<\/p>\n<p>an\u00eamico<\/p>\n<p>diferente<\/p>\n<p>iconoclasta<\/p>\n<p>moderninho<\/p>\n<p>ou ser s\u00f3 isso<\/p>\n<p>odisseia<\/p>\n<p>\u00f3 alcaguetes de plant\u00e3o oh<\/p>\n<p>ser pop cult no caf\u00e9-cinema-de-arte<\/p>\n<p>\u00f3 poetas p\u00f3s-rom\u00e2nticos<\/p>\n<p>p\u00f3s-simbolistas<\/p>\n<p>p\u00f3s-concretistas<\/p>\n<p>p\u00f3s-modernos<\/p>\n<p>oh n\u00e3o ser nada<\/p>\n<p>s\u00f3 uma palavra<\/p>\n<p>depois da outra<\/p>\n<p>uma depois da outra<\/p>\n<p>o poema ap\u00f3s a morte do verso<\/p>\n<p>\u00f3 maquiadores de dor inventada<\/p>\n<p>como estrangular a \u00falcera dessas letras<\/p>\n<p>como multiplicar meu caos-retina<\/p>\n<p>como implodir meu corpo<\/p>\n<p>rua vazia<\/p>\n<p>como incendiar em mim o gabinete<\/p>\n<p>como desmembrar a alma dos edif\u00edcios mortificados<\/p>\n<p>como violar a \u00famida mem\u00f3ria das crian\u00e7as do caderno cidade<\/p>\n<p>como a\u00e7oitar a agonia das etnias vencidas<\/p>\n<p>como retirar o v\u00e9u de sil\u00eancio das bocas dos trens lotados<\/p>\n<p>como carbonizar a vontade adormecida das escrivaninhas<\/p>\n<p>se sou s\u00f3 isso<\/p>\n<p>se isso \u00e9 s\u00f3 abismo<\/p>\n<p>se isso \u00e9 s\u00f3<\/p>\n<p>odisseia<\/p>\n<p>derreter enfim o arquip\u00e9lago<\/p>\n<p>sodomizar as \u00faltimas esperan\u00e7as da plateia<\/p>\n<p>enfeitar as vestes da noite com as v\u00edsceras de plat\u00e3o<\/p>\n<hr \/>\n<p><em>Vers\u00e3o de Thiago Pininga<\/em><\/p>\n<p>Morto ventre de livros<\/p>\n<p>Or\u00f3boro, prateleiras, sil\u00eancio, p\u00f3<\/p>\n<p>Esse livro n\u00e3o \u00e9 carne e sangue, \u00e9 mais<\/p>\n<p>Uma m\u00e1scara<\/p>\n<p>que se arrasta<\/p>\n<p>J\u00e1 nada h\u00e1 pra dizer<\/p>\n<p>nada<\/p>\n<p>esse livro<\/p>\n<p>mais<\/p>\n<p>medo<\/p>\n<p>menos<\/p>\n<p>f\u00faria<\/p>\n<p>mais<\/p>\n<p>fuga<\/p>\n<p>De terminar<\/p>\n<p>Devorador de umbigos<\/p>\n<p>ou<\/p>\n<p>De seguir cinza<\/p>\n<p>ou<\/p>\n<p>De ser um dos jovens s\u00e9rios (de Fernando Monteiro)<\/p>\n<p>ou<\/p>\n<p>De ser ra\u00edz e tumba<\/p>\n<p>ou<\/p>\n<p>De ser mais uma cria-espelho-neruda<\/p>\n<p>Ou de ser sensa\u00e7\u00e3o roda-de-samba da lapa<\/p>\n<p>Odiss\u00e9ia:<\/p>\n<p>Criar manuais de escombros, ser diplom\u00e1tico,<\/p>\n<p>An\u00eamico, diferente iconoclasta, moderninho,<\/p>\n<p>Ou ser s\u00f3 isso:<\/p>\n<p>Odiss\u00e9ia<\/p>\n<p>\u00d3, alcaguetes de plant\u00e3o!<\/p>\n<p>Oh, ser pop cult no caf\u00e9-cinema-de-arte!<\/p>\n<p>\u00d3, poetas p\u00f3s-rom\u00e2nticos, p\u00f3s-simbolistas,<\/p>\n<p>P\u00f3s-concretistas, p\u00f3s-modernos!<\/p>\n<p>Oh, n\u00e3o!<\/p>\n<p>Ser nada, s\u00f3 uma palavra<\/p>\n<p>Depois da outra<\/p>\n<p>uma<\/p>\n<p>Depois da outra<\/p>\n<p>O poema ap\u00f3s a morte do verso<\/p>\n<p>\u00d3, maquiadores de dor inventada! como estrangular a \u00falcera dessas letras? como multiplicar meu caos-retina?como implodir meu corpo rua vazia?como incendiar em mim o gabinete? como desmembrar a alma dos edif\u00edcios mortificados?como violar a \u00famida mem\u00f3ria das crian\u00e7as do caderno cidade?como a\u00e7oitar a agonia das etnias vencidas? como retirar o v\u00e9u de sil\u00eancio das bocas dos trens lotados? como carbonizar a vontade adormecida das escrivaninhas? se sou s\u00f3 isso? se isso \u00e9 s\u00f3 abismo?<\/p>\n<p>se isso \u00e9&#8230; s\u00f3&#8230;<\/p>\n<p>Odiss\u00e9ia:<\/p>\n<p>Derreter, enfim, o arquip\u00e9lago, sodomizar<\/p>\n<p>As \u00faltimas esperan\u00e7as da plat\u00e9ia,<\/p>\n<p>Enfeitar as vestes da noite,<\/p>\n<p>Com as v\u00edsceras<\/p>\n<p>de Plat\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 algumas semanas eu lancei uma promo\u00e7\u00e3o no site para sortear um exemplar de o pedo do medo 30 poemas em f\u00faria entre pessoas que quisessem reescrever um dos poemas do livro, que tem por caracter\u00edstica formal o apagamento proposital das marcas de versos e pontua\u00e7\u00e3o dos textos. 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