há algo calado nessas ilhas há algo calado que se remove debaixo de capas e capas e capas e capas de tinta dessas paredes silenciadas algo com cheiro de fúria calado debaixo da solidão imóvel dos grafites algo incinerado no altar da vila madalena há há uma fúria encoberta por jasmins aéreos há uma amputação em cada sorriso uma fratura em cada sonho há algo há algo calado debaixo das rodas dos carros há algo por debaixo do alabastro das faces há algo há algo calado calado calado
A rua
Postado por Wellington de Melo no dia 28 de nov de 2009 em Poemas
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http://www.versosvoadores.blogspot.com Álvaro Andrade

