O livro e seus mercados

Ray Bradbury, física quântica, bibliodiversidade e mercados editoriais se encontram neste artigo adaptado de minha fala na Bienal do Ceará.
Comprar como experiência

Na coluna Mercado Editorial de março de 2019, falo sobre o dilema do consumidor entre comprar virtualmente e viver a experiência de uma livraria.
Desafio das livrarias 2.0

Coluna Mercado Editorial de janeiro/2019, proponho reflexão sobre o desafio das livrarias, que viralizou nas redes, mas que envolve questões mal-resolvidas.
Um tapa na cara do mercado

Falo sobre o Prêmio Jabuti para Mailson Furtado e a preguiça do mercado editorial em procurar novidades.
Cepe lança livros na Flip

A antologia O corpo descoberto: contos eróticos brasileiros (1852-1922), organizada pela pesquisadora Eliane Robert Moraes (leia entrevista na páginas 8 e 9 desta edição) e a tetralogia Condenados à vida, de Raimundo Carrero, serão lançados na Flip deste ano.
Consideração sobre a invenção de sóis

Livros são artefatos culturais e seu valor simbólico na construção das subjetividades coletivas e individuais é imenso. Mas não se pode ignorar que também são bens de consumo e, por isso, seguem todas as regras de qualquer produto comercial.
Quem tem medo do crítico?

A polêmica recente entre a crítica Flávia Iriarte e a escritora Maria Valéria Rezende (foto), por conta de uma resenha negativa da primeira ao livro Outros cantos, da última, reacendeu o debate sobre as dinâmicas de legitimação no campo literário, sobre o local e o papel da crítica para o mercado.
Quem mais compra livros?

Resposta óbvia: o Estado. Seja por meio das aquisições de livros didáticos, seja para compor os acervos de bibliotecas públicas, as compras governamentais superam – e muito – as vendas no varejo.